Como o mesmo nada que nascemos
Sem conhecer em nossa infância
O tempo não espera o nada que vivemos
Marcando com a mais vazia lembrança
Como o mesmo nada que espero
O clímax da ilusão é apenas o incerto
Doente como o vicio eterno
De desejos por um perfume etéreo
Como tudo que buscou ser especial
Mas é tratado como um qualquer igual
Trocado por uma qualquer conveniência
Quando o nada não lhe faz mais diferença
Num disfarce de falsa alegria
Onde a máscara cobre a agonia
O que faz feliz é só mentira
E meu ser não tem serventia
Nada somos a não ser um sonho
Não fui chamado de anjo nem de demônio
Não fui senão um momento
Que não lhe trazia nenhum sentimento
Como o mesmo nada que nascemos
Cada dia, nada vivemos...
Não importa qualquer coisa que eu faça
Terminamos sempre no mesmo nada
sábado, 18 de abril de 2009
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2 comentários:
triste e lindo...
minha parte preferida:
"Nada somos a não ser um sonho
Não fui chamado de anjo nem de demônio
Não fui senão um momento
Que não lhe trazia nenhum sentimento
"
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