Que vida caminha sem o seu dilema
Enquanto uma existência poética encena
Que cria um mundo em torno de sua expectativa
Não pior que o bêbado e sua bebida
Dorme nas ruas pensando na razão
E contempla um eterno sem imensidão
De todos os fatos constrói um labirinto
Mas por dentro seu coração permanece sucinto
Sem a beleza de um ponto de interrogação
Que devolve ao filósofo um pouco de diversão
Que volta ao seu asilo destruído
Senta-se e tenta apagar o infinito
Escrevendo com poeira o que diz-lhe o coração
Pois não seria um dilema se fosse dito pela razão
domingo, 1 de março de 2009
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2 comentários:
Caracaaaaaaaaaaa! Esse tá lindooooooooooo² hein feraaaaaaaaa!
Muuuito bem! Pááárabéns! =)
existirá algum que eu não goste? eis a questão! =)
parabéns, tio!
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