Sem dor, nem solução.
Sem errar ou arriscar
Nenhum verso amigo ou compaixão
Antes da ultima luz se apagar
Nem lágrimas ou saudades
Ou um delírio de amizade
Monte um túmulo para a tristeza
E com ele enterre a sanidade
Grita até o silêncio...
Estas batidas em sofrimento
Até cessarem as emoções
Até cessarem as ilusões
Pelo menos, nenhuma máscara alegre.
É um presente que a sepultura lhe cede
Um profundo e violento corte
Na alma, o levou a morte.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
A despedida de Ismália
Ismália tentou fazer a diferença
Mas não sentiriam falta de sua presença
Não por muito tempo...
Antes que suas memórias caíssem no vento
E não existiriam mais para serem lembradas
Sua poesia seriam palavras abandonadas
Em seu túmulo coberto de terra
Onde toda desilusão se encerra
Onde toda dor deixa de ser forte
Assim ela faz sua despedida
Talvez da morte
Talvez da vida
A vida que não lhe fazia mais falta
Ela rezava para que lhe tirassem a alma
Os dias que já não podia suportar
Cheios de sombras que não podia tocar
Alguns morrem enquanto queriam viver
Alguns vivem enquanto queriam morrer
Alguns com seu medo de morrer
Ismália temia continuar a viver
Foi o mais alto que pode para abraçar o ar
Sem ter quem a pudesse segurar
Despediu-se da solidão
Quando parou o seu coração
Mas não sentiriam falta de sua presença
Não por muito tempo...
Antes que suas memórias caíssem no vento
E não existiriam mais para serem lembradas
Sua poesia seriam palavras abandonadas
Em seu túmulo coberto de terra
Onde toda desilusão se encerra
Onde toda dor deixa de ser forte
Assim ela faz sua despedida
Talvez da morte
Talvez da vida
A vida que não lhe fazia mais falta
Ela rezava para que lhe tirassem a alma
Os dias que já não podia suportar
Cheios de sombras que não podia tocar
Alguns morrem enquanto queriam viver
Alguns vivem enquanto queriam morrer
Alguns com seu medo de morrer
Ismália temia continuar a viver
Foi o mais alto que pode para abraçar o ar
Sem ter quem a pudesse segurar
Despediu-se da solidão
Quando parou o seu coração
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Diva
Em teu silêncio repousa; a diva.
Separação talvez; bendita.
Mente fraca e incompreendida!
Alma confusa... E perdida.
Em cada sonho recebo um convite para morrer
Vida sem desistir e sem encontrar
É razão para morrer, sentido para viver.
E é dor que não se quer largar
Diva; faça essas batidas cessarem.
Faça essas vozes calarem
Deixa-me com o silêncio eterno
Ele é o seu melhor amigo no inferno
Ainda que sonho com a união
Cada dia sofro com a separação
Deixaste-me sem saída
Deixa-me vida, Encontra-me diva.
Separação talvez; bendita.
Mente fraca e incompreendida!
Alma confusa... E perdida.
Em cada sonho recebo um convite para morrer
Vida sem desistir e sem encontrar
É razão para morrer, sentido para viver.
E é dor que não se quer largar
Diva; faça essas batidas cessarem.
Faça essas vozes calarem
Deixa-me com o silêncio eterno
Ele é o seu melhor amigo no inferno
Ainda que sonho com a união
Cada dia sofro com a separação
Deixaste-me sem saída
Deixa-me vida, Encontra-me diva.
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