terça-feira, 30 de setembro de 2008

Let The Words Kill...

O que as palavras matam, o silêncio enterra.
O que meus versos começam, sua boca encerra.
O que teu cheiro desperta e seu corpo provoca,
Faz a mente enlouquecer pelo o que a razão ignora.

Se não era para ser, qual o porque desse jeito?
Que abre e arranca o que há dentro do meu peito
Será que você pode dizer de todo coração
Que em nenhum momento eu tive razão?

Quando teus lábios falam, os meus querem te calar.
Só para em um beijo nossa conversa terminar.
Quando aproximas teu corpo do meu
Diga que não desejas este abraço tanto quanto eu

Conte-me e seja sincera com sua emoção
Se alguém já lhe escreveu com semelhante paixão
Mas se só puder dar ouvidos a sua razão
Não roube do insano o que lhe restou de são

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Imprevisível, irresistível e incompreensível.

A boca é uma doce incógnita
E o ouvido um completo idiota
Entre eles um final bem conhecido
Por caminhos totalmente desconhecidos

Um beijo sem um abraço
É desejo aprisionado
Palavras que contradizem um olhar
Ou a insanidade de sonhar?

Seria sonhar mera imaginação
Ou o reflexo do que há em um coração?
Como para o fascínio imediato não se entregar?
Quando há mãos que queremos segurar.

Sim, sabemos o que queremos.
Porém não compreendemos
A despedida sem o beijo
É ignorar o desespero

Teu ser intangível
Por si só incompreensível
De sentimento imprevisível
E desejo irresistível.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008