sábado, 10 de janeiro de 2009

Sonhos

Com tudo isso que passamos,
O que restou para acreditar?
Senão o mais inocente que sonhamos
Para podermos seguir e caminhar

E como poeira, se espalha a ilusão.
Perdida num momento ao acordar.
Tão sublime quanto o belo coração
Eterno num segundo a sonhar

Talvez sem jeito, nem modos para mostrar.
O que uma despedida serviria para falar
Com tudo isso que vivemos
Agindo como uma perfeita criança

E no final em que nada aprendemos
São só sonhos e uma tola esperança

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