quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Soneto por Alphonsus de Guimaraens

Como se moço e não bem velho eu fosse
Uma nova ilusão veio animar-me.
Na minh’alma floriu um novo carme,
O meu ser para o céu alcandorou-se.

Ouvi gritos em mim como um alarme.
E o meu olhar, outrora suave e doce,
Nas ânsias de escalar o azul, tornou-se
Todo em raios que vinham desolar-me.

Vi-me no cimo eterno da montanha,
Tentando unir ao peito a luz dos círios
Que brilhavam na paz da noite estranha.

Acordei do áureo sonho em sobressalto:
Do céu tombei aos caos dos meus martírios,
Sem saber para que subi tão alto...

2 comentários:

Anônimo disse...

Não conhecia Alphonsus de Guimaraens... N eh ruim mas tb n me causou impacto =P

Sinceramente n sei se sou eu ou o poema q estamos +/- rs, mas n tenho + o q comentar...

Por hora eh soh. bjs =**

Anônimo disse...

Amigo, colokei o seu Blog no Favoritos. =)

Como sempre, mensagens maravilhosas.

Bjão.